VESATEC
Gestão de Serviços de TIConsultoria

Gestão de Serviços de TI

Organizamos a porta de entrada da TI — catálogo, requisições, incidentes, SLA e escalonamento — com as práticas ITIL® como referência, e alinhamos o processo à ferramenta de ITSM que você está implantando.

Segmento
Multissetorial
Frente
ITSM e Central de Serviços
Duração
Ciclos de até 60 dias
Referência
ITIL®

ITIL®

maturidade avaliada prática por prática, dos níveis L1 a L5

Cadeias de valor

práticas agrupadas pelo caminho do trabalho, não por silo

Processo × ferramenta

categorias, filas, status, SLAs e automações especificados

O que é uma consultoria de gestão de serviços de TI

ITSM é o dia a dia da TI vista pelo usuário: o chamado que entra, a fila em que cai, o prazo que vence. A consultoria organiza esse caminho ponta a ponta, com as práticas ITIL® como referência:

  • Estruturar a porta de entrada — catálogo de serviços, canais homologados, requisições e incidentes com classificação, prioridade e SLA únicos.
  • Organizar quem atende o quê — camadas N1, N2 e N3, ownership, regras de triagem e de escalonamento, para que especialista sênior pare de fazer trabalho de triagem.
  • Fechar o ciclo de aprendizado — gestão de problemas, base de conhecimento, habilitação de mudança e medição que provoque decisão, não só relatório.

E, quando há ferramenta de ITSM entrando, alinhamos processo e plataforma: estrutura de categorias, tipos de registro, status, filas, SLAs e automações especificados como requisito.

Quando faz sentido chamar a VESATEC

  • Entrou ferramenta nova — Freshservice, ServiceNow, ManageEngine — e o processo não acompanhou: a plataforma virou só um registrador de chamados.
  • Backlog crescendo, chamados vencidos e SLA fora de controle.
  • Cada time trata prioridade e escalonamento do seu jeito, sem modelo único.
  • Catálogo, requisição, mudança, ativos e SLA não conversam entre si.
  • Especialistas sênior consumidos por triagem e tarefas que processo ou automação absorveriam.
  • Dashboards existem, mas o rito de usá-los para decidir não.

Como conduzimos

Começamos pelo assessment de maturidade, aplicado prática por prática pelo modelo de capacidade da ITIL® (níveis L1 a L5), cruzando as quatro dimensões do gerenciamento de serviços. É ele que fixa a linha de base — sem baseline não há como medir a evolução depois.

Depois, as práticas são agrupadas em cadeias de valor, pelo caminho que o trabalho percorre e não por silo. Cada cadeia roda seis etapas:

  1. AS-IS — fluxo atual, regras existentes, variações na execução e uso real da ferramenta.
  2. TO-BE — fluxos e interações entre práticas, RACI, critérios de classificação, priorização e escalonamento, SLAs e KPIs.
  3. Alinhamento com a ferramenta — categorias, tipos de registro, status, filas e automações, em interface com quem faz a implantação.
  4. Validação — apresentação do modelo, coleta de ajustes e versão final formalizada.
  5. Orientação operacional — apoio aos coordenadores na aplicação prática e na organização do backlog.
  6. Acompanhamento inicial — primeiros ciclos em produção, com ajuste fino conforme o comportamento real.

Cada macro etapa é estruturada para até 60 dias, conforme a disponibilidade de agenda.

O que você recebe

  • Relatório de diagnóstico executivo, com score de maturidade por prática e gap analysis nas cinco dimensões
  • Fluxo de cada processo, com etapas, interações e pontos de transição
  • Matriz RACI e critérios operacionais — classificação, matriz urgência × impacto, escalonamento
  • SLAs e KPIs aplicáveis, com regras de medição e relatórios operacionais
  • Regras operacionais para a ferramenta de ITSM e diretrizes de automação
  • Mapeamento processo × configuração, com recomendações para a implantação
  • Playbook operacional simplificado, templates de rituais e lista de quick wins priorizados

Por que a VESATEC

Medimos antes de opinar. O assessment usa o modelo de capacidade da própria ITIL®, com score por prática e indicadores nominais — MTTA, MTTR, % de SLA, FCR, backlog, reincidência, taxa de sucesso de mudanças. O diagnóstico é rastreável, não impressão de consultor.

Trabalhamos junto com quem implanta a ferramenta. É o cenário mais comum: fornecedor distinto, cronograma próprio. Alinhamos marcos e entregamos a especificação; a implantação técnica segue com ele.

ITIL® é o nosso ofício. Formamos turmas em ITIL® Foundation e nas práticas de incidentes, problemas, mudanças e central de serviços — a mesma base que aplicamos no desenho dentro do cliente.

Perguntas frequentes

A ferramenta já está sendo implantada por outro fornecedor. Vocês atrapalham?

Não — esse é o cenário padrão. Atuamos em paralelo, alinhando os marcos de processo ao cronograma da ferramenta, apoiando a definição da estrutura lógica e entregando o mapeamento processo × configuração. A implantação técnica permanece com o fornecedor.

Dá para reduzir backlog sem contratar mais gente?

Na maioria dos casos, sim. O gargalo costuma ser de repetibilidade e governança, não de headcount: sem triagem, ownership e camadas definidas, o time sênior consome tempo em tarefas absorvíveis por processo ou automação. Definimos os critérios e apoiamos os coordenadores na organização do backlog.

Precisamos do assessment antes, ou podemos ir direto ao desenho?

Dá para ir direto, mas não recomendamos. É o assessment que fixa a linha de base por prática, quantifica backlog, SLAs e chamados vencidos, e dá critério objetivo de priorização.

Quanto tempo até a operação estabilizar?

Cada macro etapa é estruturada para até 60 dias, com acompanhamento dos primeiros ciclos em produção por até 2 semanas após a entrada em operação.

Quanto custa?

Sob consulta. O investimento é dimensionado pelo escopo: quantas práticas e cadeias de valor entram, se há assessment na entrada e se a frente de catálogo faz parte.

Vamos conversar sobre o próximo passo da sua operação?

Uma conversa de 30 minutos costuma bastar para entender o seu cenário e dizer por onde começar.

Sem compromisso. Retornamos em até 1 dia útil.